To sit on rocks, to muse o´er flood and fell,
To slowly trace the forest´s shady scene,
Where things that own not man´s dominion dwell,
And mortal foot hath ne´er or rarely been;
To climb the trackless mountain all unseen,
With the wild flock that never needs a fold;
Alone o´er steeps and foaming falls to lean;
This is not solitude, ´tis but to hold,
Converse with Nature´s charms, and view her stores unrolled.
But midst the crowd, the hurry, the shock of men,
To hear, to see, to feel and to possess,
And roam alone, the world´s tired denizen,
With none who bless us, none whom we can bless;
Minions of splendour shrinking from distress!
None that, with kindred consciousness endued,
If we were not, would seem to smile the less
Of all the flattered, followed, sought and sued;
This is to be alone; this, this is solitude!
Sentar às rochas, e pensar na seca, na enchente;
Caminhar lentamente no cenário da floresta enevoada,
onde moram coisas que não possuíram bens humanos;
onde pés mortais jamais, ou raramente, andaram.
Escalar, com o rebanho selvagem, a invisível
montanha sem trilhas, aquele, que nunca precisou
de currais, Estar sozinho
entre alcantiladas e espumantes cachoeiras a jorrar:
não é solidão, isso tudo, mas celebração,
um conversar com os encantos da Natureza
e ver suas reservas escondidas...
Mas, em meio a um milhão, no tumulto e no encontro dos homens,
Ouvindo, vendo, sentindo e possuindo,
vagando sozinhos, cidadãos estrangeiros e cansados do mundo,
sem ninguém que os abençoe, ninguém a se abençoar;
Servos do esplendor a se encolherem de aflição!
Tudo o que é lisonjeado, tudo o que é procurado, seguido,
descoberto, ao menos pareceria nos sorrir.!, se não tivéramos
consciência afinada e de privilégio: assim, isso, isso, verdadeiramente,
é a Solidão...
Sunday, October 04, 2009
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