Monday, January 25, 2010

AWAKE.

De tantos males, ou quase-nada.
Estamos arremessando um torpedo contra os chifres
de alguém: ou não. Estamos parados,
onde nenhum submarino apareça.
Enquanto as terras tremem,
sinto um ardor mais pesado
em frente ao barril de estanho
dos sonhos.
Sinto um arremesso de vida, enquanto sonham
os parados de velas, os arriz, sedentos de forfela.
Mas, segundo tenho ouvido, dito,
o mundo é sem trelas, por isso, vamos mão à obra:
os Viajantes não páram, sem descanso torpedeiam
em vastos mares, não há espaço, tudo é quântico:
vês a tua caminhada, como é tão rápida; num estante estás em roma,
noutro em amsterdã, noutro, em Mordor, e nas vilas, nas ruas, em pessoas,
em bares: tudo isso, passado um Instante. Apenas, um fotográfico do segundo,
em tua mente, ou na minha. A mente não faz mais que ziguezaear. Não páre, viajante.
O caminho é complexo, sêde lépido. Não pares a cismar
em abisos.
Assim eu canto
o Mstéo.
Acordado, eu vejo
a rima das flores, mas não dejeto
que a mente abrsorva: um peixe é o melhor exemplo,
do que quer que seja a vigilânça, o que acompanha ei preyce.
"Orai e vigiai". Sêde qua o peixe; que não nada para morrer,
mas, viovo, não pára a sua cauda, a debater as águas. onde vive.

.. .. ... .. . ... ... .. .. .. .. ... .. . . ..

Vejo absortos números, de vigas,
uma a uma, sustentando
o mausoléu das vinhas.
Quem saberá comer as uvas, decididas
a serem melões em cachos, belas fazendas
de gado leiteiro, leite de folhas, e a curtição
de almoço, que delícia, deitar à relva,
sem pudor de molhar a camisa. coim pudor de fazê-lo,
a sobra da manguinha, pêlo de carneiro,
sem outra roupagem a meia, sem costura o algodão
das nuvens, deita-se a foz, do Melima,
e desce de condão, a fada Merovina.
São as danças das palavras de corrida,
ganhando as posições na mente, que remoça
de vê-las sem o crvio da professora Senondina.
Assim nadando, assim correndo, semelham
doces vergéis de alfazema, querendo ganhar do vento
o primor de ser a aquarela do sóis. Assim, cordado
e eis que bailado
os senõs da casa, a dcoe batuta do Vaibe, do instante.
o Instante. Insta a todo tempo.

Sono da verdade. A lua calma e clara.
Portões e clareira. Os doces olhos do prédio adormecido.
(Rónc.)

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