o santo evangelista do sereno,
e a samambaia vertendo
o seu cloro do perfume da noite.
Colo calado
das ameias,
e um vinho cálido
das alamedas.
Singra o ar um vento macio,
e sentimos a presença de um vulto,
átimo de presença,
seguro alívio.
De cima e de baixo, o coqueiro anuncia
a boa-nova do instante,
a eternidade do movimento.
Constante ir e vir
da consciência.

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