É como enfronhar o nariz
até o talo, e muito mais,
cara adentro, nessa terra,
e sorver o sumo até o último,
o alento arenoso e fresco e
cheiroso, o cheiro de chuva
acordando os perfumes da terra.
Assim foi o amor.
O sempre passado, sempre a chegar.
Saturday, September 19, 2009
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